Hoje é dia de Angola, com a seleção dos Palancas Negras a defrontar a Tunísia, uma das equipas fortes presentes na competição que se desenrola no Egito. O conjunto angolano acredita que pode surpreender as Águias de Cartago.

O Grupo E apresenta dificuldades para uma seleção de Angola que não participa na CAN desde 2013. Mas com uma conjugação de jogadores já experimentados, como Djalma, Mateus, Geraldo, Bastos ou Dany Massunguna, jovens jogadores a encontrarem a oportunidade para se mostrar a nível internacional, como são os casos de Show, Gelson Dala ou Herenilson, ou ainda a estreia na prova de jogadores com larga experiência em Portugal e na Europa, como Bruno Gaspar, Wilson Eduardo e Fredy, permite ver nos Palancas Negras uma equipa com forte capacidade para fazer uma boa competição.

Frente a uma Tunísia mais habituada a ceder a iniciativa ao adversário, o treinador sérvio Srdjan Vasiljevic acredita que pode ser uma surpresa. Num grupo onde ainda há Mali e Mauritânia, a seleção angolana aposta forte nesta estreia para começar, desde já, a somar pontos.

História faz acreditar nos pontos

Em sete participações na CAN, Angola só por uma vez entrou a ganhar. Foi em 2012, num jogo frente ao Burkina Faso, que os Palancas Negras começaram da melhor maneira. As esperanças cresceram, mas um empate frente ao Sudão e uma derrota para a Costa de Marfim acabaram por impedir que os Palancas seguissem para os quartos-de-final. É exatamente a lembrar esse ano que Hugo Marques, guarda-redes internacional que representou Angola na edição de 2012, nos conta uma curiosa história. Tem como ator secundário, Didier Drogba!

A paixão segundo a tradição da CAN

Se há que destacar a organização coletiva das equipas que têm estado em ação na Taça das Nações Africanas, este domingo marca, também, a chegada da paixão. Senegal e Argélia ofereceram espetáculos de grande qualidade, onde se denota maturidade, qualidade e organização coletiva, mas onde também sobressai a enorme técnica e paixão do futebol africano que, nos melhores anos, ajudam a fazer a diferença em direção ao título.

O Senegal, mesmo sem Sadio Mané, destruiu toda e qualquer ambição de uma frágil Tanzânia, com uma frente ofensiva incansável na forma como criou oportunidades. O 2-0 final soube a muito pouco. Já a Argélia, frente a uma equipa do Quénia complicada e muito física, apresentou-se com características competitivas que permitem acreditar que os problemas estão, definitivamente, afastados do grupo das Raposas do Deserto. Sinais para acompanhar já na segunda jornada, quando o Senegal terá pela frente a Argélia, num jogo que poderá ser decisivo para conhecer o vencedor do Grupo C.

Assiste a todos os jogos da CAN 2019, em direto, no Eurosport 2. 

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Publicado por Luís Cristóvão

Comentador na Antena 1, Eleven Sports e SIC Notícias. Autor no Expresso. Analista de futebol, fala e escreve sobre desporto em vários meios de comunicação social.

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