Green Bay Notre Dame's Allison LeClaire is the Press-Gazette Media's girls basketball player of the year. LeClaire is shown at St. James Park in Green Bay on Friday, April 11, 2014. Evan Siegle/Press-Gazette MediaSemana 6 – Acontece em todas as relações. Depois de uns primeiro passos mais ou menos inseguros, e perante as primeiras contrariedades, surge o espaço para as dúvidas. Duvidam as atletas da capacidade umas das outras para construir a equipa sonhada, duvidam algumas delas da capacidade do treinador para as fazer melhores, duvidam outras tantas do seu real gosto pela atividade para se submeterem a treinos e jogos mais exigentes. Por algumas sessões, parece que se instala o caos: estas dúvidas chocam constantemente durante os treinos e criam-se resistências perante situações onde o caminho devia ser fluente.

É o tempo certo para dar um passo atrás e tentar respirar por momentos fora da caixa. Reforçar a mensagem que se quer para a equipa é algo que nunca deve ser esquecido, mesmo quando o plano de treino está à beira de ir para o lixo porque ninguém se sente interessado em seguir no caminho da evolução. As dúvidas são como pequenos fantasmas que se instalam na mente de cada um dos membros do grupo, pelo que é necessário ter sempre presente as palavras chave que não podem ser esquecidas: velocidade, agressividade, dedicação.

Assim como se viu o espaço abrir-se para as dúvidas, procura-se agora o delinear de fronteiras para que essas mesmas tenham resposta e se ultrapassem. Porque toda a gente na equipa deve acreditar nas capacidades de todas as outras, de maneira a que a equipa não quebre. Porque o treinador é a chave do processo que fará que toda a gente evolua de acordo com as suas capacidades, dentro de um espaço comum à equipa. Porque o medo de não ser capaz é para deitar para trás das costas, dando-se passos seguros de encontro ao saber fazer.

Terça-feira há treino.

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