Portugal está na Final Four da Liga das Nações, mas o jogo de ontem, frente à Itália, acabou por representar um passo atrás naquilo que a seleção nacional tinha demonstrado ao longo desta prova.

Na antevisão da partida, num artigo para o Tribuna Expresso intitulado É uma espécie de magia, já tinha deixado exposto que Fernando Santos mantinha nos jogadores a liderança das opções táticas da equipa, passando de uma “influência da finalização” com Cristiano Ronaldo para uma “influência da decisão” com Bernardo Silva.

No entanto, perante as dificuldades impostas pela Itália na primeira parte, ficou mais claro que não houve, mesmo, qualquer alteração na filosofia do treinador português. Perante os problemas sugeridos, o descer do bloco, a “prisão” de Bernardo Silva no flanco direito e a falta de ideias do que fazer com bola voltaram a marcar a exibição da equipa lusa.

Valeu uma segunda parte com melhor organização sem bola, Bernardo Silva de volta ao centro do terreno e um Portugal a mostrar a capacidade, que se reconhece neste grupo de jogadores, para sair de Itália com outro resultado. Ainda assim, o empate chegava e chegou para garantir o objetivo de estar presente (e organizar!) a final da Liga das Nações.

O vídeo completo da análise no Jornal de Sábado da SIC Notícias

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